O armador do Phoenix Suns, Steve Nash, organiza anualmente um jogo de futebol beneficente.
Em 2009, o encontro será realiazdo em Nova York.
E o canadense já começou a promover o evento.
Rodou a Europa e mostrou que também é bom de bola com os pés.
Foi até Londres para driblar Joe Cole.
Embarcou para Turim, onde colocou a bola entre as pernas de Del Piero.
Em Milão, fez a festa. Gattuso, Ambrosini e Kaká foram vítimas de seu "rolinho". Claro que os italianos não perderam a chance de revidar e deram entradas duras em Nash.
Última parada: Barcelona.
Lá, o alvo era Thierry Henry. O problema é que o astro do basquete não contava com a ausência de "fair play" de Titi.
Não tive tempo para comentar o documentário de Spike Lee sobre Kobe Bryant, exibido ontem, 30 de maio, na ESPN.
Uma verdadeira obra prima.
Para comemorar seu aniversário de 30 anos, a emissora organizou uma série de 30 documentários com a temática esportiva.
Na estreia, Kobe Doin'Work, algo como "Kobe vai à luta".
Spike Lee, apesar de fanático pelos Knicks, vai a Los Angeles filmar o camisa 24 em partida contra o San Antonio Spurs, num duelo que valia a classificação para a NBA Finals 2008.
O dia de trabalho de Bryant não se resume apenas a fazer cestas e pegar rebotes, mas a organizar o time.
E essa organização se baseia na liderança, nas instruções (ininterruptas, diga-se de passagem) aos companheiros e na diversão que sente ao jogar basquete.
Sua concentração é máxima. Do momento que chega ao Staples Center até a hora em que revê sua família.
Aos que perderam, fica aí a dica: quinta-feira, 4 de junho, a partir das 20h, a ESPN Brasil reprisa o documentário.
Por enquanto, fiquem com os três trailers produzidos, disponíveis na seção Vídeo da Semana (localizada à direita da página).
O bom desempenho nesta temporada não tem iludido a diretoria do Genoa.
Sabendo que muitos de seus atletas estão sendo assediados por outros clubes (Thiago Motta e Diego Milito até acertaram com a Internazionale), a equipe de Rubinho vai se reforçando para 2009/10.
O primeiro nome de peso contratado é o do argentino Hernán Crespo.
José Mourinho, que só o utilizou em 13 ocasiões nessa temporada, não criou qualquer tipo de empecilho liberar o atacante.
Crespo chega para disputar posição com Sergio Floccari, centroavante que era da Atalanta e que também acaba de desembarcar no Genoa.
Aos 16 anos, deixou a França para defender as cores do Bolton.
A expectativa é que se tornasse um grande artilheiro.
Mas o tempo passou, o clube inglês não o quis mais e Buval foi parar no Red Star Paris.
Apesar de não ser conhecido no cenário mundial, o Red Star é um clube tradicional do país. Isso porque seu fundador foi ninguém mais ninguém menos do que Jules Rimet.
Sua passagem pela equipe foi curta. Durou apenas oito meses.
Em julho de 2007, foi contratado pelo Randers, da Dinamarca.
E parece que finalmente se estabilizou.
Para sua tristeza (e da torcida), Buval ficou mundialmente conhecido pelo gol que perdeu no último final de semana.
Chegou a driblar o goleiro, mas se atrapalhou todo e não conseguiu finalizar a jogada.
Reparem na reação da torcida no momento em que o gol parece certo e depois, quando a bola não entra.
Neste dia, um meio-campista desconhecido dos franceses, um tal de Antônio Augusto Ribeiro Reis Junior, disputava sua primeira partida de Ligue 1, por um time mediano do leste do país.
Oito anos e sete títulos nacionais depois, o maior jogador da história do maior clube da França dava adeus à sua torcida.
Sem a devida atenção dos brasileiros, diga-se de passagem.
No último sábado, Juninho enfrentou o Caen e se despediu dos 40 mil torcedores presentes no Gerland.
Com vitória e centésimo gol.
Um "au revoir" perfeito.
"Juni", como era conhecido por aquelas bandas, disputou 344 partidas ou 27.000 minutos pelo Lyon.
Marcou 100 gols.
É o 4º maior artilheiro da história do clube.
44 deles de falta e 15 de pênalti.
91 com a perna direita e 5 com a esquerda.
Em 4 ocasiões, usou a cabeça.
Em outras 4, perdeu a cabeça e acabou expulso.
Cabeça esta que não andava mais 100% nos últimos tempos.
Como afirmou em coletiva de imprensa, não se sentia mais tão bem como em outras temporadas.
Um adeus como atleta.
Mas um até logo como funcionário do Lyon.
Jean Michel Aulas, presidente do clube, espera que o "franco-pernambucano" ainda esteja ligado à instituição. Como embaixador, técnico ou diretor.
E acaba de anunciar que está deixando o heptacampeão francês.
Sua despedida ocorreu no último sábado, no Stade Gerland, contra o Caen.
Juninho fez seu centésimo gol pela equipe.
Foram muitas homenagens.
Uma das mais bonitas que encontrei foi a de uma dupla senegalesa, Amy e Albert. No final de 2008, eles fizeram uma música dedicada ao meio-campista.
A canção foi encomendada para um documentário-reportagem sobre o jogador, intitulado "Juni".
Deixo aqui o clipe.
Reparem que um trecho da música é cantada em português. Amy e Albert fizeram questão de ter noções do idioma para tornar a homenagem ainda mais significativa.
Amanhã é dia de conhecermos o novo campeão da Europa.
Barcelona ou Manchester United.
A partir de hoje, você encontrará no blog e no twitter (http://twitter.com/alexmassi, cujas atualizações também estão disponíveis nesta página, à direita) curiosidades sobre o duelo.
Para começar, nada melhor do que relembrar os encontros anteriores.
Os ingleses levam vantagem.
Somam três vitórias.
Os catalães têm duas.
Outras quatro partidas acabaram empatadas.
Copa da Uefa 1983/84 (Quartas-de-final) Barcelona 2x0 Manchester United (Hogg, contra, aos 35 e Rojo aos 90) Manchester United 3x0 Barcelona (Bryan Robson aos 21 e aos 50 e Stapleton aos 51)
- Manchester classificado no placar agregado (3x2).
- Vale lembrar que o Barcelona tinha Maradona e Menotti como destaques. O segundo era o técnico da Argentina na Copa de 1978.
Confira os gols da partida de volta.
Copa da Uefa 1990/91 (Final) Manchester United 2x1 Barcelona(Hughes aos 67 e aos 74 e Koeman aos 79)
- O goleiro do Barcelona na ocasião era Carlos Busquets, pai do volante Sergio Busquets.
- A final foi disputada no estádio do Feyenoord, em Roterdã.
Veja os gols.
Champions League 1994/95 (Fase de grupos) Manchester United 2x2 Barcelona (Hughes aos 19 e Sharpe aos 79; Romário aos 33 e Bakero aos 49) Barcelona 4x0 Manchester United (Stoichkov aos 2 e aos 59, Romário aos 45 e Ferrer aos 88) - O Barcelona acabou avançando e o Manchester foi eliminado.
Não encontrei nenhum vídeo com os lances do jogo. Deixo aqui então o gol de Romário, no Camp Nou, na goleada por 4x0. Um belo lançamento de Stoichkov.
Champions League 1998/99 (Fase de grupos) Manchester United 3x3 Barcelona (Giggs aos 16, Scholes aos 24 e Beckham aos 63; Sonny Anderson aos 47, Giovanni aos 59 e Luis Enrique aos 70) Barcelona 3x3 Manchester United (Sonny Anderson com 1 minuto e Rivaldo aos 57 e aos 73; Yorke aos 25 e aos 68 e Cole aos 53)
- Os Red Devils se classificaram e o Barça foi eliminado.
- Reparem no visual de Beckham naquela época.
Os gols foram compilados em um vídeo apenas.
Champions League 2007/08 (Semifinal) Barcelona 0x0 Manchester United Manchester United 1x0 Barcelona (Scholes aos 14)
- Paul Scholes havia estreado na Champions League em 1994, no empate de 2x2 entre as equipes.
- Na ocasião, o Barcelona foi eliminado pela terceira vez da competição (em quatro anos) por clubes ingleses.
O último brasileiro a dar adeus à chave de simples de Roland Garros foi Thomaz Bellucci.
O tenista abandonou a partida contra o argentino Vassallo Arguello, no terceiro set, com cãibras.
No set inicial, Bellucci quebrou rapidamente o saque do "hermano" e tomou a virada.
No segundo, dominou o tie-break do começo ao fim.
E no terceiro, sacou para fechar, não aproveitou a chance e acabou abandonando no game seguinte.
Duas observações antes das estatísticas:
1) Bellucci precisa urgentemente corrigir sua irregularidade durante a partida. Tem talento de sobra, mas desperdiça muitas oportunidades.
2) Dácio Campos foi objetivo para comentar a desistência do brasuca: "O sujeito vai para um torneio de melhor de 5 sets e sente cãibras no terceiro set? Faltou banana nessa dieta..."
Thiago entrou como "lucky loser" na chave principal de Roland Garros. Substituiu o alemão Phau.
Parece que a notícia o pegou de surpresa e o brasileiro entrou desligado em quadra.
6/2 no primeiro set, em apenas 24 minutos de jogo.
Na segunda parcial, voltou mais ligado e ainda contou com os erros de Chardy. Chegou a ter uma quebra de vantagem (4/2), porém, não confirmou o saque e a partida foi para o tie-break.
O desempate foi suado. E, mais uma vez, a inexperiência de nossos atletas falou mais alto. 12/10 para o francês.
Precisando vencer os três sets seguintes, Thiago desanimou. E perdeu por 6/3.
Dentre todos os jogos envolvendo tenistas brasileiros, este foi o mais fácil. O dono da casa não parou de atacar e as estatísticas do jogo comprovarão o que falo.
Aces Chardy 21 x 1 Alves
Duplas Faltas Chardy 5 x 4 Alves
Winners Chardy 48 x 14 Alves
Erros não-forçados Chardy 28 x 15 Alves
Break points Chardy 6/10 x 3/6 Alves
Velocidade média do primeiro saque Chardy 197km/h x 180km/h Alves
Velocidade média do segundo saque Chardy 160km/h x 148km/h Alves
-------------------------------------------------------------- OBS: Reparem que falta potência aos golpes do brasileiro. Para alcançar a elite do tênis mundial, Thiago Alves terá que melhorar muito o saque. É muito complicado vencer os jogos com um segundo serviço a 148km/h de média.