quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

F-1: duelo entre Red Bull e Coca Cola em 2013

Lewis Hamilton na Mercedes, Sergio Pérez na McLaren e (novamente) o futuro de Felipe Massa na Ferrari. Estes serão alguns dos temas recorrentes na próxima temporada da Fórmula 1. Em meio a tantas discussões sobre pilotos, uma rivalidade entre patrocinadores promete agitar a categoria em 2013. Trata-se do confronto Red Bull, proprietária de duas escuderias, e Coca-Cola, anunciada em novembro como a nova patrocinadora máster da Lotus.

A marca de refrigerantes, que desembolsará 70 milhões de euros anuais, pretende divulgar a sua linha de energéticos (Burn). Quem explica o motivo da união é o diretor da Coca-Cola, Emmanuel Seuge.

"A Lotus mostrou uma criatividade excepcional na sua abordagem em corridas de F-1, um estilo que se assemelha bastante à filosofia de 'Burn'. Através da nossa marca, traremos a mesma criatividade e incorporaremos arte e música para romper as convenções do patrocínio tradicional."

Apesar de maiores detalhes não terem sido revelados, a expectativa é que ações em redes sociais como as realizadas com o finlandês Kimi Raikkonen, terceiro colocado no Mundial de Pilotos em 2012, se repitam. Assim, a Coca poderá aumentar a venda de seu produto e ainda reduzir o espaço midiático da Red Bull no automobilismo.

O primeiro GP de 2013 será realizado no dia 17 de março, em Melbourne (Austrália).

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Natal com bola rolando em 11 países


O site argentino Tic Espor trouxe um dado interessante: o futebol não parou em 11 países nos dias 24 e 25 de dezembro. Na véspera de Natal, foram disputadas partidas em Antígua e Barbuda, Israel, Jamaica e Nepal. No dia seguinte, tivemos jogos no Azerbaijão, no Irã, no Líbano e na Turquia. Marrocos, Omã e Paquistão não descansaram em nenhuma das datas.
  
Veja a lista completa de ligas e torneios que seguiram em atividade durante as festas de final de ano:
 
24 de dezembro
 
Antígua e Barbuda - Premier Division
Israel - Liga Al (elite) e Leumit (segunda divisão)
Jamaica - Premier League
Marrocos - GNEF 1 (elite)
Nepal - Divisão A (segunda divisão)
Omã - Copa do Sultão
Paquistão - Premier League
 
 
25 de dezembro
 
Azerbaijão - Supreme League (elite)
Irã - Copa do Golfo Pérsico
Líbano - Premier League
Marrocos - GNEF 1 (elite)
Omã - Copa do Sultão
Paquistão - Premier League
Turquia - Liga A2 (competição entre times reservas)
 

Não bastasse as partidas entre clubes, o dia 25 de dezembro reservou também um amistoso internacional: Emirados Árabes Unidos 2 x 0 Iêmen.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Feliz Natal, direto de uma estação de esqui italiana


Stefano Rellandini, da Reuters, é o responsável pelo clique, em Madonna Di Campiglio. Outras imagens no Planeta Bizarro.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Fab Melo: pivô anota "triplo duplo" e bate recorde de bloqueios na liga de desenvolvimento da NBA



Fabrício Paulino de Melo nasceu em 20 de junho de 1990, em Juiz de Fora (MG). O pivô brasileiro, mais conhecido como Fab Melo, começou tarde no esporte. Aos 14, ele descobriu o PBF (Projeto Basquetebol do Futuro). Destacou-se rapidamente e, após duas temporadas, trocou sua cidade-natal por Belo Horizonte. Atuou no Olympico até 2007, quando recebeu uma bolsa de estudos para fazer o high school nos Estados Unidos. Acabou concluindo sua formação no país ao escolher a Universidade de Syracuse

Neste ano, o atleta de 2,13m de altura foi selecionado pelo Boston Celtics no draft da NBA (22ª escolha). Porém, o sonho de defender uma das franquias mais tradicionais do basquete norte-americano se restringiu à pré-temporada. Foram oito jogos, 47 minutos em quadra e apenas dois pontos. Números que fizeram o técnico Doc Rivers tomar a decisão de rebaixá-lo à D-League (liga de desenvolvimento).

Uma medida que, apesar de dura inicialmente para o atleta, parece ter dado resultado. No último sábado, o brasileiro teve uma atuação de gala pelo Maine Red Claws, equipe associada ao Celtics. Em 37 minutos, ele anotou um "triplo duplo" contra Erie BayHawks: 15 pontos, 16 rebotes e 14 tocos. Agora, o pivô detém o recorde de bloqueios em partidas da liga de desenvolvimento (veja todos no vídeo abaixo).


VEJA MAIS!


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

As mudanças do tênis masculino para 2013

Os últimos dias foram movimentados no tênis masculino. Para começar, o britânico Andy Murray conquistou o seu primeiro título de Grand Slam no US Open. Depois, a Koch Tavares iniciou a venda de ingressos para o Gillette Federer Tour, no início de dezembro, em São Paulo. E agora o final de semana será de jogos pela Copa Davis. 

Três acontecimentos que acabaram ofuscando o anúncio da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) em seu site oficial. Em 2013, a entidade promete duas mudanças em suas regras.

A primeira é a redução da punição para a demora nos saques. De acordo com o regulamento, um jogador tem 25 segundos para iniciar um novo ponto. Caso não cumpra, o tenista, seja sacador ou recebedor, é advertido em primeira instância e punido com a perda de um ponto em um segundo momento. Agora, a regra será mantida apenas para o tenista que estiver recebendo o saque. No caso do sacador, após a advertência, haverá uma punição de "fault". Ou seja, ele perderá o primeiro serviço.

Mas a principal mudança é o fim do "let", jogada em que a bolinha bate na rede e cai na área de saque após um serviço. Durante os três primeiros meses de 2013, nos torneios da série Challenger, a proposta da ATP é que seja dada sequência ao ponto após um saque que conte com o desvio na rede. Uma alteração que pretende dar dinamismo ao jogo, mas que promete dificultar a vida dos tenistas, acostumados com a interrupção do ponto há décadas.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Mariano: órfão dos brasileiros

Mariano foi contratado pelo Bordeaux no final de 2011. Chegou por recomendação do técnico François Gillot, que assistiu alguns DVDs do lateral-direito. Apesar de vir de uma temporada desgastante no Fluminense, o brasileiro logo virou titular da equipe. Participou das 19 partidas do segundo turno da liga. Não fez gols, nem se aproximou das atuações que lhe renderam uma transferência ao futebol europeu. Mas foi regular.

Fora de campo, tudo também foi muito rápido. Desde a concretização do negócio, durante as férias de fim de ano, até a apresentação no novo clube, no dia 30 de dezembro. Não houve tempo de adaptação ao idioma, ao clima e à culinária local.

Dificuldades que ainda são sentidas pelo jogador neste início de segunda temporada e que, segundo Gillot, só são supridas quando Mariano tem os compatriotas Jussiê e Henrique ao lado. 

Crédito: AFP / Pierre Andrieu
Em entrevista recente à revista francesa So Foot, o treinador usou este argumento para justificar o mau desempenho do lateral em alguns momentos da pré-temporada. De acordo com o técnico, Mariano é "órfão dos brasileiros". Como Jussiê e Henrique sofreram contusões durante a preparação, ele sentiu o atleta mais travado.

"Acho que ele é melhor quando os outros brasileiros estão ao seu lado, conversa mais. O Mariano fica um pouco no canto dele, não é muito falante. Já entende o francês, mas não fala muito. Mas eu já tenho o meu tradutor, que é o Henrique".

A atenção dada pelo técnico espanta. Normalmente, esta falta de cuidado com o atleta brasileiro é um dos motivos alegados pelos mesmos para voltarem ao país. E mesmo ciente das dificuldades enfrentadas por Mariano, Gillot segue o escalando. Foi titular do Bordeaux nas quatro primeiras rodadas da liga francesa.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Marcos Senna: uma década de Villarreal

Primeiro de setembro de 2002. Passado um mês da derrota do São Caetano na final da Libertadores para o Olímpia, do Paraguai, Marcos Senna finalmente estreava pelo novo clube, o Villarreal. Um 2 a 2 contra o Osasuna, em casa, que deixou o elenco inteiro insatisfeito. Exceto ele, é claro. Para o volante, aquela era a porta de entrada no futebol europeu, a realização de um sonho de infância.

Primeiro de setembro de 2012. No mesmo estádio El Madrigal, Marcos Senna jogava pela segunda divisão espanhola. O adversário dessa vez era o Deportivo Guadalajara, muito mais modesto que o já modesto Osasuna.

Experiências completamente distintas, que retratam bem os dez anos de Marcos Senna no Villarreal. Chegou ao clube como desconhecido. A única referência até então era o primo famoso, Marcos Assunção, que brilhava pela Roma, da Itália, e estava de malas prontas para Sevilha, onde defenderia o Real Betis.

Com muita aplicação, conquistou seu lugar no time titular e ajudou a projetar o clube, cuja primeira participação na elite espanhola havia acontecido em 1998. Bastaram três temporadas para o volante classificar a equipe para a Champions League e levá-la às semifinais (reveja o pênalti perdido por Riquelme contra o Arsenal). Em 2008, foi vice-campeão nacional e, já naturalizado espanhol, acabou convocado para disputar a Eurocopa. Sem dúvida, o ápice da carreira.

Dali em diante, uma série de contusões impediram Marcos Senna de repetir as grandes atuações. A seleção começou a ficar distante, e o Villarreal cada vez mais longe do topo da tabela do Campeonato Espanhol. Na última temporada, ainda viu a equipe ser rebaixada.

Sem a condição financeira de antes, o clube chamou Marcos Senna para renovar o contrato com bases salariais inferiores. O volante, que recebeu outras propostas (uma delas do Corinthians), decidiu permanecer: "Os torcedores diziam que eu devia continuar e me animaram a ficar", comentou à agência EFE. Como resposta a este carinho, Senna ainda disse: "Quero devolver a equipe à elite".

A deixa perfeita para a maior homenagem que o atleta de 36 anos poderia receber na carreira. O portão 19 do El Madrigal, um dos acessos do estádio aos torcedores, foi rebatizado com seu nome: "Às vezes, passo ali e ainda não acredito que seja o meu portão."

Crédito: site oficial do Villarreal
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Na última segunda-feira, Bruno, que forma a dupla de volantes do Villarreal com Marcos Senna, anunciou sua renovação de contrato com a equipe por mais oito temporadas. Com isso, ele fica no clube até, pelo menos, 2020.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O sucesso de Gennaro Gattuso no Sion

Após 13 temporadas no Milan, Gennaro Gattuso decidiu dar um ponto final em seu ciclo pelo clube. Mas, aos 34 anos, o volante sequer cogitou a aposentadoria. Em junho, enquanto só se falava de Eurocopa, Gattuso assinou contrato de duas temporadas com o Sion, da Suíça.

Um clube importante de um país com pouca tradição no futebol. E que por pouco não foi rebaixado no último campeonato suíço (Nota: o Sion foi punido com a perda de 36 pontos pela escalação irregular de jogadores).

Na época, Gattuso se pronunciou: "Algumas pessoas me desaconselharam a vir. Mas encontrei o presidente Christian Constantin e tive um bom feeling."

Gattuso estava certo. Sua chegada transformou o dia a dia do clube. Em apenas dois meses, o Sion já bateu recordes de vendas de produtos, de novos sócios e de público. Isso porque o volante ainda não atuou 90 minutos pelo time.

Gattuso distribui autógrafos; ao fundo, o brasileiro Léo Itaperuna (penúltimo)
Segundo o jornal Le Matin, as vendas de camisas quadruplicaram em relação ao último ano. Cerca de 80%, é claro, com o número 8 de Gattuso. O número de sócios ultrapassou a marca dos seis mil, e o público foi de aproximadamente 45 mil em três jogos - algo que não se via desde os anos 90. 

"O Gattuso do Sion é exatamente o mesmo que conhecemos no Milan", afirma o presidente Constantin. Uma tese que o volante italiano, bem ao seu estilo, discorda: "Estou ainda mais motivado aqui do que no Milan, pois tenho mais responsabilidade. Não jogo mais por dinheiro. Já ganhei o suficiente."

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Basquete de Três: Campeonato Mundial e regras

Crédito: site oficial da FIBA
Uma das principais novidades para o Rio-2016 pode ser a inclusão do basquete de três no programa olímpico, um tema que começou a ser debatido logo após as Olimpíadas de Londres.

A tarefa não será das mais fáceis, pois o Comitê Olímpico Internacional (COI) condiciona a entrada de uma modalidade nos Jogos a uma série de fatores. O principal deles é a difusão do esporte entre os povos.

A Federação Internacional de Basquete (FIBA) está ciente de que o lobby junto ao COI precisa ser grande. Por isso, a entidade organizou na última semana, em Atenas, o primeiro Mundial de Basquete de Três.

Em quatro dias, a capital grega recebeu 168 jogos. Houve competição masculina, feminina e mista. O Brasil foi representado apenas por homens e não teve uma boa participação. Em cinco jogos, cinco derrotas (para Estônia, Rússia, Bulgária, Israel e Grécia - saiba mais). Estrelas do basquete mundial, como o espanhol Jorge Garbajosa, participaram do Mundial.

Entre os homens, vitória da Sérvia. Na competição feminina, medalha de ouro para as americanas. E título para a França no torneio misto.

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Principais regras

1) A partida é disputada em apenas uma das metades da quadra de basquete.

2) Cada equipe é formada por quatro atletas - três titulares e um reserva.

3) A partida tem duração de 10 minutos ou 21 pontos. Cada time tem 12 segundos para criar uma jogada.

4) Não existe cesta de três pontos. Arremessos de dentro do semi-círculo valem um ponto. Já os arremessos de fora do semi-círculo rendem dois pontos.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Os maiores Jogos Paralímpicos da história

Desde que foi eleita sede dos Jogos Olímpicos, Londres procurou organizar um evento sem a mesma abundância de Pequim-2008. A ideia deu certo e as Olimpíadas foram um sucesso mesmo com um investimento inferior ao dos chineses em instalações esportivas.

Em compensação, o comitê organizador dedicou uma atenção aos Jogos Paralímpicos nunca vista antes. O que era um evento esvaziado em edições passadas tem tudo para alcançar um novo patamar depois das Paralimpíadas de Londres.

De 29 de agosto a 9 de setembro, a expectativa é que todas as provas recebam um grande público. A uma semana do início dos Jogos Paralímpicos de Londres, 2,1 milhões de ingressos já foram vendidos. Bem mais do que o 1,8 milhão de Pequim-2008, do que o 1,2 milhão de Sydney-2000 e os 850 mil de Atenas-2004. Não há mais entradas disponíveis para as provas de atletismo, tênis e ciclismo.

"A mensagem endereçada ao mundo por esta demanda recorde de ingressos é clara. Os Jogos Paralímpicos são hoje um evento esportivo de elite essencial", disse Craig Spence, diretor de comunicação das Paralimpíadas, ao jornal francês Le Monde.

A empolgação com as Paralimpíadas é tanta que até a Rainha Elizabeth II é esperada para a cerimônia de abertura.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O ouro e o adeus de Alexandre Vinokourov

O Cazaquistão foi uma das grandes surpresas dos Jogos Olímpicos. Terminou na décima segunda colocação no quadro de medalhas, com sete de ouro e treze no total. No país, os dois esportes mais tradicionais são: o levantamento de peso e o ciclismo. E foi deste último que veio uma das vitórias mais celebradas pelos cazaques, a do ciclista de estrada Alexandre Vinokourov.

Ex-companheiro de Lance Armstrong e Alberto Contador na equipe Astana, Vinokourov sempre foi um atleta de ponta. Tem no currículo uma medalha de prata nos Jogos de Sydney, um título da Volta da Espanha (2006) e quatro vitórias em etapas da Volta da França. Porém, teve a carreira marcada pelo doping. 

Em 2007, quando era considerado um dos favoritos da Volta da França, ele testou positivo para o doping sanguíneo, que nada mais é do que a prática de aumentar o número de glóbulos vermelhos no sangue visando a melhora da capacidade aeróbica e a resistência do atleta.

Sem qualquer tipo de justificativa convincente, Vinokourov, também conhecido como Vino, foi suspenso por dois anos. Voltou às competições em 2009, mas até os Jogos de Londres não havia conquistado nenhum resultado expressivo. Por isso, a medalha de ouro nas Olimpíadas foi uma grande surpresa. Inclusive para ele.

Novamente em alta, mas ciente de que muitos ainda não digeriram o resultado de seu exame antidoping, o cazaque de 38 anos anunciou a aposentadoria após os Jogos. E o adeus definitivo aconteceu na última terça, no país basco, quando participou da Clássica de San Sebastián e terminou na trigésima quinta colocação.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Yang Sun, o novo ídolo chinês

Yang Sun tem apenas 20 anos e conquistou a medalha de ouro nos 400 e 1.500 metros livre nos Jogos Olímpicos de Londres. Na prova mais longa da natação, ainda quebrou o recorde mundial que pertencia ao australiano Grant Hackett: 14min31s02.

Desempenho que o alçou ao patamar de ídolo e o fez ser comparado a duas estrelas recentes da China: o ex-jogador de basquete Yao Ming e o barreirista Liu Xiang. Prova disso é que o jovem nadador faturará cerca de 18 milhões de dólares em patrocínios nesta temporada, segundo agências de marketing do país. Boa parte deste dinheiro virá de três patrocinadores, cujos contratos foram firmados meses antes do início das Olimpíadas: Coca Cola, 361 graus (marca de calçados) e Yili (empresa chinesa de leite).

O curioso é que Yang Sun será obrigado a dividir um terço deste valor com os outros nadadores chineses. Isso porque a federação de natação do país investiu aproximadamente 1,5 milhão de dólares em sua formação. Em diversas ocasiões, Sun foi levado para a Austrália e pode treinar com Dennis Cotterell, treinador de Hackett.

Uma decisão controversa, mas que ajudará a China a formar novos campeões olímpicos na natação.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Londres-2012: Carinho de primeira-dama

Crédito: Luke MacGregor / Reuters

Lotus: muitos pódios, nenhuma vitória

O Grande Prêmio da Hungria de Fórmula 1 teve um Hamilton em seus melhores dias, um Senna consistente e um Alonso cada vez mais líder do Mundial de Pilotos (já são 164 pontos contra 124 do australiano Mark Webber, o segundo na tabela de classificação). Mas ninguém se destacou tanto quanto a Lotus.

Kimi Raikkonen foi o segundo. Romain Grosjean, o terceiro. Resultados que alçaram a equipe ao terceiro lugar no Mundial de Construtores, ultrapassando a Ferrari. E que colocaram a Lotus ao lado da McLaren como a escuderia com maior número de pódios na temporada: oito.

O desempenho em 2012, no entanto, ainda não pode ser considerado perfeito por um motivo: a falta de vitórias. Apesar de brigarem pelas primeiras posições durante os GPs, os pilotos da Lotus raramente lideram as corridas. Após 11 etapas, os números mostram que Raikkonen e Grosjean, juntos, ocuparam a primeira colocação por apenas 12 voltas. Marca bem inferior às 217 voltas da Ferrari e às 188 da Red Bull. 

Nada que preocupe o chefe da equipe, o francês Éric Boullier: "No momento, as vitórias são só uma questão de tempo".

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Números dos Jogos Olímpicos de Londres


204
países participarão das Olimpíadas.

10.490 atletas competirão nos Jogos.

2.818 apartamentos abrigarão os esportistas na Vila Olímpica.

4.700 medalhas serão distribuídas durante os quinze dias de competição.

10.400 guardas cuidarão da segurança do evento.

8.000 pessoas carrregarão a tocha olímpica até o dia 27 de julho.

12.875 quilômetros. Esta é a distância percorrida pela tocha em seu "tour" pelo Reino Unido.

domingo, 22 de julho de 2012

Quatro atletas levarão a bandeira do Comitê Olímpico Internacional na cerimônia de abertura

O desfile das delegações pelo estádio olímpico durante a cerimônia de abertura é um dos momentos mais esperados da festa. Porém, quatro dos 10.500 atletas viverão uma experiência diferente na próxima sexta-feira. Eles não carregarão as bandeiras de seus países.

Três representantes de Curaçao, ex-Antilhas Holandesas, e Guor Marial, nascido no Sudão do Sul, entrarão no estádio olímpico de Londres com uma bandeira do COI. Motivo: seus países não possuem Comitês Olímpicos Nacionais.

O caso de Marial ainda possui uma peculiaridade. O maratonista se refugiou nos Estados Unidos aos 16 anos. Como não recebeu um passaporte americano - e está impossibilitado de defender seu país de origem por abandoná-lo, ele participará dos Jogos como atleta independente.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

A guerra das batatas fritas

A Coca-Cola, a Cadbury e o McDonald's são três dos principais patrocinadores dos Jogos Olímpicos de Londres. E para terem as marcas associadas ao evento, cada uma desembolsou uma quantia considerável - os valores não são divulgados por força contratual. Em troca, o Comitê Olímpico Internacional (COI) concede uma série de benefícios às empresas e oferece exclusividade na comercialização dos produtos.

E é justamente este último tema, o da exclusividade, que tem gerado polêmica em Londres. Ao firmar contrato com o COI, o McDonald's, responsável por 10% das refeições durante as competições, exigiu que nenhum outro restaurante vendesse batatas fritas no Parque Olímpico. A decisão gerou críticas, ainda mais em um país famoso pelo fish and chips.

Para não prejudicar nenhuma das empresas e manter a tradição britânica, o Comitê Organizador Local (LOCOG) fez um ajuste. Os torcedores só poderão comprar batatas fritas de outros restaurantes, que não o McDonald's, quando pedirem o peixe junto. Caso peçam qualquer outro prato com batata, ele precisará ser adquirido na rede de fast food.