quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Cabinda - Estádio do Chiazi


Cabinda tem uma peculiaridade. Está localizada em uma região de Angola que está separada do restante do país, um enclave, graças à República Democrática do Congo.

Apesar de ser uma cidade rica em petróleo, tem um dos índices de pobreza mais altos do país.

A população de Cabinda está na casa dos 360 mil habitantes.

Quanto à Copa Africana de Nações, o governo ergueu o estádio do Chiazi com 85 milhões de dólares. Tem capacidade para receber até 20 mil torcedores e pouco mais de 100 jornalistas.

O governador da província, Mawete João Baptista, está preocupado com o sucesso do evento. Segundo ele, falta divulgação do torneio e há sérios riscos de falta de água e energia elétrica na cidade.

Sua visão é a oposta da do restante do país, que está entusiasmado e otimista com a CAN-2010. Isso ocorre também pois Cabinda luta pela independência, tamanha a revolta com o "roubo" do petróleo.

5 comentários:

Ultra, um modo de vida disse...

Visitem:

http://ultraummododevida.blogspot.com/2010/01/opiniao-ano-2009_06.html

E deixem a vossa opinião sobre o movimento ultra no anos de 2009.

Abraço.

Luiz Paulo Knop disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luiz Paulo Knop disse...

Estou impressionado com a qualidade dos estádios, um povo tão pobre mas com estádios tão bonitos. Espero que não tenham problemas como esse da falta de água e energia e que sirva de exemplos para outros povos.

Mercadão da bola você só confere no Resenha: http://esporteresenha.blogspot.com/2010/01/mercadao-da-bola-rio-de-janeiro.html

Murilo Borges disse...

Muito bom!

Batemuma! disse...

Eles só são pobres porque a corrupção mina completamente a sociedade, em particular a parte política da sociedade, toda a gente fala que os Portugueses eram colonialistas e racistas ( não digo que não existissem pessoas assim mas ainda hoje existem e em todos os países do Mundo), mas na altura em que os Portugueses por lá andaram a prosperidade existia, as estradas foram sendo construidas, a electricidade distribuida, a água também, os hospitais funcionava minimamente, Luanda ou Lourenço Marques eram, à época cidades capitais dos respectivos países muito mais desenvolvidas do que algumas capitais Europeias, comparando com a actualidade em que tem de reconstruir tudo praticamente do zero, só tenho pena que as populações de Angola e Moçambique não tenham tido o discernimento de efectuar uma transição do colonialismo Português para uma democracia digna de um Estado Independente, sem entregar à pressa, hipotecando assim o seu futuro e o de gerações, o poder a meia dúzia de caçiques que depois de os Portugueses abandonarem as colónias de degladiavam pelo poder sem nunca se preocuparem com o sofrimento das populações, embora sejam povos pobres os países são riquissimos essa é que é a ironia...