A "bomba" envolvendo Ronaldo e travestis já está virando motivo de gozação no Rio, principalmente, dos anti-flamenguistas.
A notícia que anda circulando pela internet é de que o Flamengo está com novas ações de marketing programadas.
O próximo projeto é o lançamento de um novo canal de televisão, a Fla TV Sexy.
E segundo fontes confiáveis, a diretoria rubro-negra está negociando com o "Fenômeno" não para que ele seja o novo camisa 9 do clube, mas para que apresente algumas atrações do canal.
O Shakhtar Donetski desembarca no Brasil em maio e só vai embora no fim de julho.
Durante estes três meses, seus dirigentes fazem propostas astronômicas por jogadores brasileiros.
O primeiro é Marcelo Moreno, do Cruzeiro. Oito milhões de euros foram oferecidos por 100% de seus direitos. O clube mineiro tenta manter uma porcentagem em caso de futura venda. E faz bem, pois o atleta não ficará na Ucrânia até o fim de sua carreira. Provavelmente, será vendido por muito mais quando clubes da Itália, Espanha ou Inglaterra se interessarem por ele.
Em seguida, aparece o zagueiro Henrique, do Palmeiras. A proposta chega aos 7 milhões de euros. A Traffic, em conversa com Affonso Della Monica, informou que irá vender jogadores nesta janela de transferências. Acha ideal vender atletas quando eles estão em alta. E prometeu reforçar o clube com novas promessas. Também estão certos.
A notícia quem vem do Leste Europeu é que os ucranianos irão negociar seus primeiros brasileiros. Fernandinho é o que mais term chances de sair.
O que era para ser uma festa acabou virando prejuízo. Esse é o novo Wembley, que fez a Federação Inglesa (FA) registrar um déficit de cerca de 20 milhões de euros (cerca de R$ 52 milhões). Apesar da perda, a entidade segue tranqüila e disse que o baixo desempenho já era esperado.
Reinaugurado há um ano, a nova arena custou aproximadamente 800 milhões de euros (R$ 2 bilhões), dos quais R$ 900 milhões foram conseguidos por empréstimos. Os juros desse financiamento chegaram a R$ 104 milhões, o que agrava ainda mais o orçamento da federação.
Ainda segundo a FA, a situação deve piorar no ano que vem. Apesar disso, a entidade espera reverter todo o prejuízo em poucos anos, já que o direito de exploração da arena, que tem capacidade para 90 mil lugares e deve receber eventos como Live Earth, está em torno de 550 milhões de euros (R$ 1,4 bilhão).
Klagenfurt está localizada na província de Caríntia. A região está passando por uma crise econômica. O turismo, principal fonte de receitas, não gera o mesmo lucro de antes devido à falta de infra-estrutura.
A Euro-2008 é uma excelente oportunidade da cidade reverter o quadro. Contudo, os austríacos esperavam que a Itália atuasse no local, pois é do país que vem o maior número de turistas. Comparando com o Brasil, Klagenfurt é uma típica cidade do interior. Não é à toa que o ponto de encontro da população é o shopping center, recém-construído.
Passando para o que interessa, o estádio, ele comporta 32 mil torcedores. Mas, após a competição, reduzirá sua capacidade para 12 mil. A explicação está na falta de popularidade do clube que manda seus jogos lá, o Kärnten Austria, que não é dos mais populares no país.
A distância da arena em relação ao centro da cidade é outro fator prejudicial ao público. Está situado ao lado do lago Wörth, ou seja, distante do centro. Apesar de oferecer ônibus com bilhete válido para 24 horas, a expectativa é que menos de 20% dos fãs utilize o transporte público. Por isso, estão sendo contruídos estacionamentos ao lado do Wörthersee Stadion.
Uma fanzone será instalada na praça Neuer Platz, principal da cidade. Poloneses e croatas, fanáticos por futebol, devem lotar a área. Cerca de 90 mil torcedores por partida são esperados no local.
Voltando ao palco dos jogos do Grupo B, o estádio levou 20 meses para ficar pronto e sua inauguração ocorreu em 7 de setembro de 2007 com o amistoso Áustria e Japão. Na última semana de abril, o gramado será replantado para que fique em perfeitas condições para o confronto entre Alemanha e Polônia, marcado para o dia 8 de junho.
Em 2008, o estádio recebeu o prêmio Green Ball pelo conceito de sustentabilidade ambiental desenvolvido. Uma das preocupações foi com a água, que é fornecida por painéis solares de forma aquecida.
Se vocês não estiverem satisfeitos com as fotos e vídeo que publico da arena, podem conferi-la, em três dimensões, no site Google Earth. Dois estudantes da Universidade de Caríntia trabalharam por mais de 500 horas no projeto.
Três jogos serão realizados em Klagenfurt: São eles:
8 de Junho - Alemanha x Polônia
12 de Junho - Alemanha x Croácia
16 de Junho - Polônia x Croácia
Se preferirem, disponibilizo vídeo com imagens do estádio:
Depois de Vanderlei Cordeiro de Lima e Fábio Seixas, é a vez de Ricardo Mello conceder uma exclusiva ao BLOG DO MASSI.
Para quem não conhece a carreira do tenista, aí vão alguns números:
- Foi número 50 do mundo em 2005
- Faz parte do seleto grupo de brasileiros com título de ATP no currículo
- Campeão do ATP de Delray Beach em 2004
- Terceira rodada de US Open (2004)
- Campeão do Challenger de São Paulo em 2005
- Este ano, tem como melhor resultado a final em León (México)
Vindo de semifinais no Challenger de Florianópolis, o paulista, 213º do mundo, luta para recuperar a boa forma. Na última semana, avançou 27 posições no ranking de entradas.
Sua próxima parada é a Espanha, onde disputa torneio a partir de segunda-feira. No mês de maio, parte para Índia e Turquia, tentando entrar no Top 200.
Nesta entrevista, Ricardo Mello comenta o momento que está passando, relembra o título em Delray Beach, comenta sobre a despedida de Guga e conta história curiosa envolvendo Roger Federer.
BM - Mello, qual a explicação para essa queda de rendimento?
RM - O tênis é um esporte individual. Acho que essa queda de rendimento faz parte. Não existe jogador que não caia. Uns caem mais cedo outros mais tarde. Uns se recuperam e outros não. Um exemplo é o Andre Agassi.
BM - E o que você procurou corrigir para esta temporada?
RM - Acho que não é uma questão de correção, é uma questão de aperfeiçoamento e adaptação constante ao tênis.
BM - Como você avalia este começo de ano? Os resultados estão dentro do esperado?
RM - Venho obtendo resultados melhores em relação a 2007. Estou satisfeito com os resultados até aqui. Semifinal em Miami e Florianópolis e vice-campeonato em León, no México.
BM - Miami foi seu primeiro torneio do ano e León e Florianópolis, os dois últimos. Por que você acha que levou tanto tempo para voltar a ter um bom resultado?
RM - Não me preocupei. Estou tranqüilo quanto aos resultados obtidos até agora na temporada. Nem sempre as coisas saem como queremos, continuei fazendo meu trabalho e o resultado apareceu só agora. Poderia ter vindo antes, mas...
BM - E quais são seus objetivos daqui para frente? Estabeleceu alguma meta até o fim do ano?
RM - Meu principal objetivo é voltar a jogar bem e me sentir bem dentro da quadra. Os resultados serão conseqüência.
BM - Por que a opção de disputar torneios na Índia e na Turquia?
RM -Todos os tenistas estão concentrados na temporada de saibro e optei para jogar na quadra rápida que é onde costumo ter melhores resultados e é o piso que mais gosto também.
BM - Qual a principal dificuldade que um tenista experiente encontra nos challengers?
RM - Pegar jogadores mais novos que estão subindo e com motivação em alta, principalmente quando jogam contra jogadores mais velhos e que tiveram melhor ranking.
BM - Como que é para um tenista que já conquistou um torneio da ATP ter que dar um passo para trás e voltar a disputar challengers?
RM - Isso é uma coisa normal, temos o exemplo dos jogadores como o Ivan Ljubicic, Thomas Johansson, Jonas Bjorkman, que jogaram um challenger em East London, na África do Sul, no inicio do ano.
BM - Você ficou decepcionado por não ter recebido um dos três “wild cards” para o Brasil Open?
RM - Não, na verdade não tinha nenhuma intenção em jogar o Brasil Open. Esse não é o primeiro ano que eu não jogo esse torneio. Não tinha nenhuma expectativa com relação a isso.
BM - Nem chegou a acompanhar o torneio?
RM - Não.
BM - Seu primeiro ponto no ranking da ATP foi conquistado após derrota para Gustavo Kuerten. O que Guga representa para você?
RM - Além de um colega de profissão, uma pessoa trabalhadora e que luta muito pelo que quer.
BM - Acha que a aposentadoria dele é a decisão mais sensata?
RM - Acho, já não tem mais condições físicas para agüentar os jogos.
BM -Quem é do meio do tênis costuma contar uma história engraçada envolvendo você e o Roger Federer. Poderia nos contar o que aconteceu? RM - Estava em Milão, na Itália, jogando o circuito europeu na categoria 16 anos, contra Roger Federer e tive dois match points no terceiro set. Quando saí da quadra, os dois técnicos da equipe, um argentino e um peruano, tiveram uma conversa comigo de quase uma hora. Me questionaram várias vezes sobre como eu tinha conseguido perder para um tenista tão ruim.
BM - Equal é a diferença daquele Federer para o de hoje?
RM - Jogador centrado, com um jogo muito mais claro dentro da quadra.
BM - Você pretende jogar profissionalmente até quando? Já sabe o que fazer depois que deixar as quadras?
RM - Ainda não pensei em aposentadoria, mas, quando parar, quero fazer qualquer coisa que não tenha que viajar pelo menos por um bom tempo.
BM - Você, assim como a maioria dos tenistas do circuito, diz que o Master Series de Miami é o seu torneio preferido? O que há de tão diferente lá?
RM - É um torneio muito bem organizado, num local muito bonito, com muitos brasileiros na torcida, numa cidade que tem uma atmosfera muito legal.
BM - Qual o significado do torneio de Delray Beach para você?
RM - Provei que posso jogar com os melhores. Isso significa fazer parte de um grupo onde até hoje somente 7 tenistas brasileiros conseguiu entrar.
BM - Em que momento se deu conta de que poderia ser campeão do torneio?
RM - Desde o US Open já vinha com bastante confiança no meu jogo e quando venci o Mardy Fish, na 2ª rodada, passei a acreditar que poderia vencer o torneio.
BM - Que mudanças esta conquista trouxe para você?
RM - Fora ter conquistado meu primeiro titulo de ATP, não mudou nada. Continuei treinando, viajando e tendo os mesmos amigos de sempre.
BM - Para encerrar, não é meiofrustrante ver Mardy Fish e Mario Ancic, tenistas que você derrotou naquela ocasião, bem no circuito mundial e saber que poderia estar junto deles?
RM - Não, pelo contrário, como já ganhei deles, isso prova que eu ainda posso voltar a jogar um bom nível de tênis e estar entre eles novamente.
O BLOG DO MASSI agradece ao tenista Ricardo Mello pela entrevista e deseja que o brasileiro volte a jogar o tênis que nos acostumamos a ver.
Foi com indiferença que Manu Ginóbili recebeu o troféu de melhor sexto homem da temporada 2007/08 da NBA.
O argentino, que foi escolhido o melhor reserva por 123 dos 124 jornalistas votantes, disse que não se sente sexto homem no San Antonio Spurs e que prefere ser o melhor na Itália do que sexto na liga norte-americana.
Ainda afirmou que, apesar de ser importante ter este reconhecimento, o troféu não terá a menor importância quando se aposentar.
Leandrinho, vencedor no ano passado, foi o segundo colocado, seguido do armador Jason Terry, do Dallas Mavericks.
Na Argentina, o prêmio foi bem visto pela imprensa. Porém, como já é habitual, deram uma cutucada e questionaram a ausência de Ginóbili na eleição do MVP (Most Valuable Player), já que é primeiro em pontos de sua equipe, sendo que joga menos de 32 minutos por partida.
Além disso, está entre os 30 melhores da liga em outras estatísticas: assistências, roubos de bola, aproveitamento da linha dos três e de lances livres.
Realmente, talvez eles tenham razão dessa vez. Ele poderia fazer parte da lista dos melhores da liga. O problema é que não é líder nem de sua equipe. Tim Duncan e Tony Parker são vistos como as grandes estrelas dos Spurs.
Nos Jogos Olímpicos de Pequim ele terá a chance de mostrar de que realmente não é apenas um coadjuvante no basquete mundial.
A cidade de Wals-Siezenheim, localizada na periferia de Salzburg, será a casa dos atuais campeões europeus na primeira fase da Euro-2008.
Os gregos terão pela frente um quarto adversário na luta pelo bi: a grama artificial.
Quem manda sua partidas no local é o Red Bull Salzburg.
O estádio foi inaugurado em março de 2003, com capacidade para 18.686 espectadores. Após a escolha da Áustria como uma das sedes da competição, passou por amplas reformas. As obras foram uma exigência da Uefa.
Em julho de 2007, com as devidas adequações, o Wals-Siezenheim Stadion foi reaberto com uma vitória simples da clube dos energéticos sobre o Arsenal. 30.500 pessoas estiveram presentes no encontro. Lotação máxima.
A arena multiuso possui diversas áreas de lazer, incluindo um parque de diversões, e restaurantes. Está localizada a três quilômetros do aeroporto internacional.
Para quem não conseguiu comprar seu ingresso, a cidade austríaca disponibilizará um telão na praça Kapitelplatz para que famílias se reúnam e torçam por sua respectiva seleção.
A programação do estádio para a Eurocopa é a seguinte:
O nome deste estádio é uma homenagem ao zagueiro da seleção austríaca que participou das Copas de 1954 e 1958.
Tal denominação só foi surgir após o falecimento do jogador, em 1992. Antes disso, o local era conhecido como Praterstadion.
Inaugurado em 1931, passou por diversas transformações. Na época, abrigava 60 mil pessoas. Na década de 50, foi ampliado e comportava mais de 90 mil. E em 1986, após grande reforma, foi reduzido para 49.825 espectadores.
Maior estádio do país e um dos poucos da Europa avaliado como cinco estrelas pela Uefa, é também a casa da seleção austríaca e dos clubes locais que participam de competições continentais.
Em quatro oportunidades, foi palco da decisão da Champions League (1964, 1987, 1990 e 1995). Neste ano, receberá o maior jogo de sua história, a final da Eurocopa.
Na realidade, a arena não está localizada em Viena, mas em um distrito próximo à cidade, Leopoldstadt. Uma nova linha de metrô foi construída para facilitar o acesso dos torcedores. Apesar de receber a decisão e, consequentemente, adquirir status de sede mais importante da competição, Viena não parece muito animada com a competição.
Os comerciantes, por exemplo, disseram que o público que frequentará a cidade não tem o perfil do turista comum e por isso não esperam aumentar as vendas. Além disso, andam receosos com a possibilidade de serem roubados.
O Ernst Happel Stadion está pronto para a Euro desde 2005 e será o local com mais jogos no torneio - sete no total. Vamos a eles:
8 de Junho - Áustria x Croácia
12 de Junho - Áustria x Polônia
16 de Junho - Áustria x Alemanha
20 de Junho - 1º colocado do grupo B x 2º colocado do grupo A
22 de Junho - 1º colocado do grupo D x 2º colocado do grupo C
O Palmeiras está totalmente concentrado na semifinal do Paulistão, mas a Traffic, empresa que possui acordo com o clube, se mexe para reforçar o elenco para o Brasileirão.
Após a imprensa ter divulgado que Keirrison se apresentará após o fim dos estaduais, agora é a vez do zagueiro Xandão, do Guarani.
O jogador, segundo dizem em Campinas, é uma das maiores jóias bugrinas dos últimos tempos.
Em entrevista ao site Futebol Interior, o atleta confirmou ter sido procurado pela empresa e disse que a Traffic já está negociando com o Guarani. O clube possui 70% dos direitos de Xandão.
Seu contrato vai até meados de 2010 e a multa recisória está estipulada em R$7,5 milhões.
O Comitê Olímpico Australiano anunciou que todos os seus atletas classificados para Pequim terão que passar por testes de asma.
A medida visa avaliar quais esportistas estão mais suscetíveis a contaminação na cidade chinesa e também para poder minimizar o efeito da doença em cada um.
A Austrália está enviando número recorde de competidores, com mais de 500 representantes.
Apesar de muitas ações estarem sendo feitas, o resultado não é nada animador quanto aos índices de poluição de Pequim.
A partir de sábado, 19 de Abril, tem início os playoffs da NBA.
Na Conferência Oeste, os confrontos são:
Los Angeles Lakers (1º) x Denver Nuggets (8º) New Orleans Hornets (2º) x Dallas Mavericks (7º) Phoenix Suns(3º) x San Antonio Spurs (6º) Utah Jazz (4º) x Houston Rockets (5º)
Já na Conferência Leste, os duelos ficaram assim:
Boston Celtics (1º) x Atlanta Hawks (8º) Detroit Pistons (2º) x Philadelphia 76ers (7º) Orlando Magic (3º) x Toronto Raptors (6º) Cleveland Cavaliers (4º) x Washington Wizards (5º)
A disputa deve ser muito equilibrada no Oeste. Já no Leste, moleza para os que tiveram melhor campanha. Cavaliers e Wizards é o duelo mais "imprevisível".
Entre os brasileiros, apenas Leandrinho deverá ter tempo de quadra considerável. Nenê dificilmente entrará em algum jogo. Se atuar, não terá mais do que dez minutos por partida.
Uma possível surpresa nesta pós-temporada pode ser o Dallas Mavericks, que agora conta com o armador Jason Kidd. Seu xará, Terry, também passa por ótima fase. Sem falar em Dirk Nowitski.
Paralelamente a competição, existe outra disputa. A de MVP (Most Valuable Player). Kobe Bryant, do Lakers é o favorito ao título, com Chris Paul, do Hornets, em sua cola. LeBron James e Kevin Garnett correm por fora.
O camisa 24 deve ser eleito o melhor da temporada, pois os norte-americanos se arrependem de não ter dado o prêmio a ele em temporadas anteriores, quando carregou a franquia de Los Angeles nas costas.
No decorrer dos playoffs, mais posts sobre o assunto.